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segunda-feira, 10 de setembro de 2012

87 - Rota das tasquinhas e restaurantes da Mouraria

Durante a visita à Mouraria, tive conhecimento da rota das tasquinhas e restaurantes da Mouraria. Ainda não pude percorrer esta rota como pretendo, mas este texto já me deixou com água na boca:

 
 


"Aqui, pode ouvir uma morna enquanto saboreia a tradicional ginginha, convivendo com espaços onde cantou a Severa ou o Fernando Maurício; pode saborear um sarapatel goês enquanto ouve fado; pode cantar e dançar um samba enquanto se delicia com uma sardinha assada; pode degustar uma muqueca de camarão, uma feijoada brasileira ou portuguesa, enquanto ouve música indiana… Todos os caminhos são possíveis neste labirinto de ruas e culturas que é a Mouraria, não deixe de devorar estes mundos."

Mais informação aqui.



sexta-feira, 22 de junho de 2012

Nem 8 nem 87

Dito e feito! Fiquei com a pulga atrás da orelha por causa da tal Empadaria do Chef e tive mesmo que experimentar. Lá fui hoje: a apresentação promete, os menus são originais e apelativos (empada de cozido à portuguesa, vejam só!!!), os funcionários são simpáticos.

Escolhi a empada de vitela, espinafres e bacon, que vem acompanhada com molho de cogumelos. O meu 'mor escolheu a de camarão... mesmo à gajo... Enfim, vim para casa comer a empadinha no sossego do lar. Antes de a trincar pensei: "Bem, um chef conceituado, que conquistou já a difícil estrela Michelin, não vai pôr tudo a perder e apenas dará a cara por algo no mínimo especial. Portanto, este conceito aparentemente simples das empadas deve ser de comer e chorar por mais." Então trinquei... primeiro, sem molho, depois juntei o molho de cogumelos, provei a de camarão, dei a provar a minha. E, vou ser sincera, claro, que este espaço é meu, fiquei decepcionada. Não é que não sejam boas, claro que são, mas faltou o UAU que, por exemplo, senti quando experimentei pela primeira vez um prato na H3, os parceiros desta Empadaria. Assim, não passam de simples empadas, nada que as demarque, nada que me faça sonhar por elas. Para além disso, achei a minha muito salgada. Comi, fiquei cheia, mas...Bem, voltarei para experimentar outras, mas não vou a correr.

Ah, e dizem eles no site que quem leva empadas para casa as leva numa caixinha muito bonita. Onde está ela???


sábado, 7 de janeiro de 2012

87 - Ai, ai, ai, que isto é tão bom!

(Não sobrou nada para contar a história!)

Mais uma vez não resisti ao Hambúrguer Gourmet (h3). Lá fui eu feliz da vida e desta vez experimentei o Tuga. Aprovado, sim senhor, mas sou fã do Benedict! No entanto, não custa nada testar novos sabores, não custa mesmo nada, pois sempre que vai uma garfada de hambúrguer, ai... até me dá uma coisinha má...ao contrário! É que o hambúrguer é mesmo bom, sabe mesmo a carne, aos temperos, a fresco, a grelhado, a hambúrguer feito em casa pela minha Mãe. De tão viciados que estamos em certos "hambúrgueres", a artificialidade já não nos espanta e vamos comendo aquilo como se fosse a melhor coisa do mundo. Mas, depois, trincamos este pedaço de céu e descobrimos que não há nada como comida de verdade (a "real food" que eles apregoam). E, apesar da designação "Not so fast food", ela foi rapidamente para o estômago! Próxima experiência: as sobremesas (deixem-me apenas descansar dos desastres do Natal!).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

87 - Rápido e bom

Devem pensar que sou uma alarve por estar a falar de tanta comida. Não interessa, gosto de falar de coisas boas e comida boa é do melhor que há. E hoje almocei no h3 ou Hambúrguer Gourmet (o do Saldanha Residence). Enquanto escrevo ainda me estou a babar. Parabéns a quem inventou o conceito, é genial e bom, muito bom. Também gostei muito da simpatia e atenção especial, em vez do atendimento banal e quase robótico, coisa rara de ver. Até o Senhor meu Pai gostou (e ele é esquisito, muito esquisito mesmo!!!! Por exemplo, não gosta de bacalhau com natas, lasanha, strogonoff, como é que é possível!?).