As nomeações já por si metiam respeito: 41 nomeações para Portugal. Só isto seria factor de muito orgulho de ir às nuvens.
A concretização de várias destas nomeações é a prova, mais uma vez, e para os mais distraídos, que estamos num País iluminado! Iluminado pela luz, iluminado pela beleza da paisagem, iluminado por pessoas empreendedoras (neste caso do turismo). Então, porque será que a generalidade das cabecinhas não se ilumina e vê o potencial do nosso País, em vez de o criticar, destruir, minimizar. Estes World Travel Awards revelam a imagem que podemos passar lá fora e a aposta que tem que ser feita, pelos nossos governantes (e por nós!), nos sectores em que somos fortes.
Particularmente, o prémio de melhor "city break" na Europa para Lisboa deixa-me a babar de orgulho. Um verdadeiro 87, claro está!
Imagem: Boas notícias
(Eu sei, eu sei...Costuma ser "8 e 80", mas eu gosto do 7, o que é que querem!)
Apontamentos sobre os extremos: aquilo que gosto menos, mas, sobretudo, o que me maravilha! Os 8's e 87's da vida!
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
terça-feira, 20 de agosto de 2013
87 - Lisboa nas bocas do mundo
Apesar do pessimismo epidémico, da falta de auto-estima arrasadora, da desvalorização cultural e histórica do que é nosso, lá fora há quem veja a beleza e excelência de Portugal. Desta vez, Lisboa sabe a vício gastronómico para uma jornalista do The Guardian. É de ter orgulho, não é?
A notícia original pode ser lida aqui. Se o Inglês não é o vosso ponto forte, então leiam a notícia do Boas Notícias.
A notícia original pode ser lida aqui. Se o Inglês não é o vosso ponto forte, então leiam a notícia do Boas Notícias.
Foto: The Guardian
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
87 - Lisboa com vista do alto do Arco
Lisboa merece ser vista em todo o seu esplendor de cidade à beira rio. Os miradouros salpicam a paisagem, mas, a meu ver, mais um não é de mais. Por isso, a abertura do Arco da Rua Augusta a todos é uma excelente notícia, um verdadeiro 87 que me deixa muito feliz por mais esta beleza turística da cidade.
Para comemorar o acontecimento, haverá espectáculos multimédia à noite até dia 18 de Agosto. A não perder!
Para comemorar o acontecimento, haverá espectáculos multimédia à noite até dia 18 de Agosto. A não perder!
Fotos: Presstur
domingo, 27 de janeiro de 2013
87 - Esta Lisboa que eu amo
(Não dá para perceber, pela falta de qualidade da imagem - foto tirada de um telemóvel pobre que eu não tenho nada dessas tecnologias como o iPhone -, mas a lua estava cheia, mesmo por cima do Castelo. Lindo de se ver!!!!!)
domingo, 25 de novembro de 2012
87 - Máximas que são o máximo
"Quem não viu Lisboa não viu coisa boa."
Vasco Rafael, estudante que toca violino e escreve e lê poemas na Baixa para pagar as propinas.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
As novas Avenidas Novas
Sem dúvida que se está perante uma mudança. Sem dúvida que no futuro se falará do antes e depois das Avenidas Novas. Sem dúvida que, a curto prazo, se viverá esta zona de uma outra forma.
Aliás, já se nota em toda a zona que liga o Arco Cego à Fundação Calouste Gulbenkian uma vivência muito mais saudável do espaço ao ar livre: as pessoas passeiam, sós ou em família, a pé ou de bicicleta, no alargado passeio com ciclovia, fazem jogging com um sorriso nos lábios e música a dar ritmo às passadas, os quiosques (que podiam ser, na minha opinião, mais bonitinhos!) e as suas esplanadas enchem estas avenidas de dinâmica e convívio, conferindo um certo ar de descontracção e de encontro nesta nova cidade. Contudo, haverá, de certeza, ainda muitas ideias boas para esta zona e é nosso dever contribuir na construção da cidade. Não esperemos, de braços cruzados, que as coisas surjam e que assim permaneçam. Por isso mesmo, acho extraordinária a oportunidade dada pela Câmara Municipal de Lisboa com o debate "Novas Avenidas Novas", que decorre hoje, 20 de Setembro, pelas 19h, no Palácio Galveias, que contará com a presença do Vereador da Mobilidade e Infra-estruturas. Os interessados que se façam ouvir!
Aliás, já se nota em toda a zona que liga o Arco Cego à Fundação Calouste Gulbenkian uma vivência muito mais saudável do espaço ao ar livre: as pessoas passeiam, sós ou em família, a pé ou de bicicleta, no alargado passeio com ciclovia, fazem jogging com um sorriso nos lábios e música a dar ritmo às passadas, os quiosques (que podiam ser, na minha opinião, mais bonitinhos!) e as suas esplanadas enchem estas avenidas de dinâmica e convívio, conferindo um certo ar de descontracção e de encontro nesta nova cidade. Contudo, haverá, de certeza, ainda muitas ideias boas para esta zona e é nosso dever contribuir na construção da cidade. Não esperemos, de braços cruzados, que as coisas surjam e que assim permaneçam. Por isso mesmo, acho extraordinária a oportunidade dada pela Câmara Municipal de Lisboa com o debate "Novas Avenidas Novas", que decorre hoje, 20 de Setembro, pelas 19h, no Palácio Galveias, que contará com a presença do Vereador da Mobilidade e Infra-estruturas. Os interessados que se façam ouvir!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
87 - Rota das tasquinhas e restaurantes da Mouraria
Durante a visita à Mouraria, tive conhecimento da rota das tasquinhas e restaurantes da Mouraria. Ainda não pude percorrer esta rota como pretendo, mas este texto já me deixou com água na boca:
"Aqui,
pode ouvir uma morna enquanto saboreia a tradicional ginginha,
convivendo com espaços onde cantou a Severa ou o Fernando Maurício; pode
saborear um sarapatel goês enquanto ouve fado; pode cantar e dançar um
samba enquanto
se delicia com uma sardinha assada; pode degustar uma muqueca de
camarão, uma feijoada brasileira ou portuguesa, enquanto ouve música
indiana… Todos os caminhos são possíveis neste labirinto de ruas e
culturas que é a Mouraria, não deixe de devorar estes mundos."
Mais informação aqui.
87 - Visitas cantadas na Mouraria
Sejamos sinceros: que imagem se tem da Mouraria? Não estarei muito longe da verdade se disser que a maioria não associa este bairro a um local idílico, mas sim a um local velho, de ruas estreitas e perigosas, vandalizado por pessoas que aí se instalaram de outras zonas do Mundo, num verdadeiro "melting-pot" ao estilo americano.
No entanto, alguém lá entrou realmente com olhos de ver? Com espírito aberto para perceber as vivências que aqui se geraram? Para entender as suas especificidades?
Através das Visitas cantadas na Mouraria tive oportunidade de conhecer a nova Mouraria que se abre, no verdadeiro sentido da palavra, para o Mundo. Vi uma Mouraria com garra, com história e tradição, com bairrismos no bom sentido da palavra, com identidade apesar das diversidades nas gentes e nos hábitos que lhe conferem um ar de originalidade. Acima de tudo, vi muita vontade de fazer, de levar para a frente, com muita energia, novas ideias e novos projectos, numa pró-actividade digna de se ver e de meter inveja a muitos que, por questões profissionais/políticas, deveriam ter esta postura.
Durante cerca de três horas, tive oportunidade de descobrir a beleza deste bairro tão típico de Lisboa, durante tanto tempo esquecido. Servem estas visitas precisamente para isso: usando como pretexto o fado, os visitantes são conduzidos pelas ruas, sendo-lhes dado a conhecer vários elementos históricos e curiosidades do local. Tudo grátis!
O ponto de encontro é na Igreja da Nossa Senhora da Saúde (Martim Moniz), onde se ouve um primeiro fado, com nomes desde Artur Batalha, a António Pinto Basto e Ana Sofia Varela (consoante programação). No Largo da Severa, há espaço para mais música, dando-se aí, sim, o especial destaque a este património imaterial da Humanidade. Depois, por entre ruas e ruelas, em sentido ascendente, vai-se acompanhando um guia cheio de "amor à camisola", com vontade de mudar a mentalidade dos visitantes em relação ao seu bairro. No que a mim diz respeito, conseguiu.
Agora que os dias já escurecem mais cedo, as visitas terminam com as luzes da cidade e as pernas a queixarem-se do esforço, mas com a mente a fervilhar com novos conhecimentos e o espírito mais aberto com as novas descobertas. Se antes se partiu daqui para o Mundo, agora a Mouraria trouxe o Mundo até si e esta mudança que se faz sentir a cada esquina (ainda há muito a fazer, sem dúvida, no entanto as máquinas estão lá prontas para avançar) de certeza que trará cada vez mais visitantes em descobrimentos citadinos! Parabéns à Associação Renovar a Mouraria e demais entidades pela visão e pela vontade de ir mais além!
No entanto, alguém lá entrou realmente com olhos de ver? Com espírito aberto para perceber as vivências que aqui se geraram? Para entender as suas especificidades?
Através das Visitas cantadas na Mouraria tive oportunidade de conhecer a nova Mouraria que se abre, no verdadeiro sentido da palavra, para o Mundo. Vi uma Mouraria com garra, com história e tradição, com bairrismos no bom sentido da palavra, com identidade apesar das diversidades nas gentes e nos hábitos que lhe conferem um ar de originalidade. Acima de tudo, vi muita vontade de fazer, de levar para a frente, com muita energia, novas ideias e novos projectos, numa pró-actividade digna de se ver e de meter inveja a muitos que, por questões profissionais/políticas, deveriam ter esta postura.
Durante cerca de três horas, tive oportunidade de descobrir a beleza deste bairro tão típico de Lisboa, durante tanto tempo esquecido. Servem estas visitas precisamente para isso: usando como pretexto o fado, os visitantes são conduzidos pelas ruas, sendo-lhes dado a conhecer vários elementos históricos e curiosidades do local. Tudo grátis!
O ponto de encontro é na Igreja da Nossa Senhora da Saúde (Martim Moniz), onde se ouve um primeiro fado, com nomes desde Artur Batalha, a António Pinto Basto e Ana Sofia Varela (consoante programação). No Largo da Severa, há espaço para mais música, dando-se aí, sim, o especial destaque a este património imaterial da Humanidade. Depois, por entre ruas e ruelas, em sentido ascendente, vai-se acompanhando um guia cheio de "amor à camisola", com vontade de mudar a mentalidade dos visitantes em relação ao seu bairro. No que a mim diz respeito, conseguiu.
Agora que os dias já escurecem mais cedo, as visitas terminam com as luzes da cidade e as pernas a queixarem-se do esforço, mas com a mente a fervilhar com novos conhecimentos e o espírito mais aberto com as novas descobertas. Se antes se partiu daqui para o Mundo, agora a Mouraria trouxe o Mundo até si e esta mudança que se faz sentir a cada esquina (ainda há muito a fazer, sem dúvida, no entanto as máquinas estão lá prontas para avançar) de certeza que trará cada vez mais visitantes em descobrimentos citadinos! Parabéns à Associação Renovar a Mouraria e demais entidades pela visão e pela vontade de ir mais além!
sábado, 1 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
87 - Bairro Arte
Esta loja devia ser riscada do mapa, devia mudar para outro lado, devia ser bombardeada, teletransportada para outra era ou dimensão... Porquê? Porque entrei e vi coisas tão giras, tão giras, tão giras que tive vontade de comprar tudo, daí o risco! Mas lá me contive, respirei fundo umas quantas vezes e acabei por trazer apenas uma placa identificativa, com dizeres bem engraçados e um ar vintage. E toda a loja é assim: a cada canto há uma peça nova a descobrir, uma peça deslumbrante, ou que nos intriga, ou que nos faz rir.
A Bairro Arte é uma loja de design e artesanato contemporâneo que se centra na originalidade, portanto não se espantem com as capas de telemóveis que mais parecem tabletes de chocolate ou salsichas com ovo estrelado (sim, leram bem!). De uma ponta a outra, a loja respira imaginação, bom gosto e diversão. Por outro lado, acaba por ser uma óptima forma de promoção da nossa cidade de Lisboa, sendo muitos dos objectos inspirados em conceitos e marcos da cidade (ai, a caixa de chocolates em forma de eléctrico tem que ser minha!). Já sei que quando andar pelo Chiado e Bairro Alto terei que passar por lá, nem que seja para ver as novidades. Também serve para inspiração para prendas originais. Já sei que vou perder algum tempinho, pois esta não é uma loja de entrar e sair, eu, pelo menos, estive bastante tempo a vasculhar a loja toda. Aconselho vivamente a visita.
Localização: Rua das Salgadeiras, 5 (Bairro Alto)
Rua Paiva de Andrade, 2 (Chiado)
Largo Camões (Cascais)
A Bairro Arte é uma loja de design e artesanato contemporâneo que se centra na originalidade, portanto não se espantem com as capas de telemóveis que mais parecem tabletes de chocolate ou salsichas com ovo estrelado (sim, leram bem!). De uma ponta a outra, a loja respira imaginação, bom gosto e diversão. Por outro lado, acaba por ser uma óptima forma de promoção da nossa cidade de Lisboa, sendo muitos dos objectos inspirados em conceitos e marcos da cidade (ai, a caixa de chocolates em forma de eléctrico tem que ser minha!). Já sei que quando andar pelo Chiado e Bairro Alto terei que passar por lá, nem que seja para ver as novidades. Também serve para inspiração para prendas originais. Já sei que vou perder algum tempinho, pois esta não é uma loja de entrar e sair, eu, pelo menos, estive bastante tempo a vasculhar a loja toda. Aconselho vivamente a visita.
Localização: Rua das Salgadeiras, 5 (Bairro Alto)
Rua Paiva de Andrade, 2 (Chiado)
Largo Camões (Cascais)
terça-feira, 15 de maio de 2012
87 - Padaria Portuguesa
Fui à Padaria Portuguesa da Duque D'Ávila. Quanto ao local onde se situa, apetece estar nesta avenida cuja a reabilitação considero ter sido um verdadeiro sucesso: espaços amplos, ciclovia, bancos ao longo do passeio que convidam a uma pausa e árvores para uma desejada sombrinha. Agora compete-nos preservar e usufruir.
A Padaria Portuguesa em si é uma pastelaria/padaria que delicia o olho e o paladar. Disso não há dúvida. Mais um projecto de gente jovem e empreendedora que percebeu a importância da qualidade dos produtos e do regresso às origens e às nossas tradições, como as antigas lojas de bairro. E, para além das óptimas tostas, dos bolos apetitosos e da variedade do pão, destaco sobretudo o ambiente agradável e a simpatia com que fui atendida. Gente jovem que, com um verdadeiro sorriso, nos faz querer voltar. Não foram artificiais, nem mecânicos nas atitudes e gestos. Foram genuínos, com alegria por nos receber, com piada até. Acredito sinceramente que haja por detrás desta atitude um sentimento de pertença à casa e uma entrega ao trabalho que só acontece quando se reconhece e valoriza o esforço de cada um em contexto profissional. Creio que é isso que falta em muito lado, o incentivo, a valorização a recompensa. E não falo só em termos monetários, que isto não está fácil para ninguém, até empresários. Há várias formas de se motivar o funcionário que, consequentemente, condicionará o sucesso ou não da empresa/instituição. Tanta gente que podia aprender com isto. Sobretudo na Função Pública!
A Padaria Portuguesa em si é uma pastelaria/padaria que delicia o olho e o paladar. Disso não há dúvida. Mais um projecto de gente jovem e empreendedora que percebeu a importância da qualidade dos produtos e do regresso às origens e às nossas tradições, como as antigas lojas de bairro. E, para além das óptimas tostas, dos bolos apetitosos e da variedade do pão, destaco sobretudo o ambiente agradável e a simpatia com que fui atendida. Gente jovem que, com um verdadeiro sorriso, nos faz querer voltar. Não foram artificiais, nem mecânicos nas atitudes e gestos. Foram genuínos, com alegria por nos receber, com piada até. Acredito sinceramente que haja por detrás desta atitude um sentimento de pertença à casa e uma entrega ao trabalho que só acontece quando se reconhece e valoriza o esforço de cada um em contexto profissional. Creio que é isso que falta em muito lado, o incentivo, a valorização a recompensa. E não falo só em termos monetários, que isto não está fácil para ninguém, até empresários. Há várias formas de se motivar o funcionário que, consequentemente, condicionará o sucesso ou não da empresa/instituição. Tanta gente que podia aprender com isto. Sobretudo na Função Pública!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
87 - Ideias com asas para voar!
Há gente inspirada e ideias inspiradoras que mobilizam outras gentes. E o evento "1000 balões, 1000 ideias para Lisboa" é uma dessas ideias. Vi através do blogue Lisboa na ponta dos dedos (como sempre com notícias boas da nossa cidade luz) e desde logo imaginei o céu azul alfacinha salpicado de outras cores, cores essas ainda por cima recheadas de pensamento positivo, pró-actividade, imaginação, sonho, luta, acção! Assim é que se fazem melhores cidades! Eu gosto: https://www.facebook.com/events/322144784523321
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
8 - Onde está o Wally?
Neste caso, as luzes de Natal? Porquê, senhores? Porquê? Isto já está tudo tão deprimente e deprimido. Umas luzes de Natal iam arrebitar aqui o pessoal, nem que fosse para dar uma volta e comprar umas castanhas (o dinheiro não dá para mais). Nem 8 nem 80 (estão a ver como o 87 é melhor!), Lisboa sem luzes não faz sentido. Haveria, de certeza, outras soluções: colocar luzes apenas em locais estratégicos e turísticos, acendê-las aos fins-de-semana e feriados, durante umas horas à noite, sei lá. Não há cabecinhas pensadoras por aí? Não acredito que não houvesse uns míseros euros para estes gastos. Em vez de gastá-los em coisas estranhas como a "arte" do Marquês de Pombal, Praça do Chile (o que é aquilo???), entre outras. Ou desperdiçá-los noutros gastos de ficar de boca aberta (os srs. vereadores de todas as Câmaras Municipais ainda usam carros públicos e levam-nos para casa? Ui, ui, cala-te boca...).
Contudo, sou uma rapariga persistente e lá encontrei alguns vestígios (muito pequeninos...) da iluminação de Natal.
P.S. - Exmo. Sr. Presidente da Câmara, a Senhora minha Mãe ficou muita zangada. Amuou e diz que não volta ao Chiado este ano!
Contudo, sou uma rapariga persistente e lá encontrei alguns vestígios (muito pequeninos...) da iluminação de Natal.
P.S. - Exmo. Sr. Presidente da Câmara, a Senhora minha Mãe ficou muita zangada. Amuou e diz que não volta ao Chiado este ano!
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