Eu só sei que a minha cara metade adormeceu a ver o filme e eu, ontem à noite, antes da cerimónia, já nem me lembrava que estava nomeado para a estatueta. E um filme que não deixa memória não me parece ser o tal!
(Eu sei, eu sei...Costuma ser "8 e 80", mas eu gosto do 7, o que é que querem!)
Apontamentos sobre os extremos: aquilo que gosto menos, mas, sobretudo, o que me maravilha! Os 8's e 87's da vida!
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
8 - Argh...o
Os críticos, intelectuais, defensores do Óscar de melhor filme para Argo que me perdoem, mas, como é possível? Eu não entendo o alarido em torno do filme, o Ben Afleck parecia que estava a dormir do princípio ao fim. Claro que a história é importante, não fosse ela um facto real, logo aí ganha pontos fáceis. Depois a escolha dos actores foi muito inteligente e acredito piamente que esse factor terá sido decisivo para esta unanimidade de distinções... as influências são grandes (e o filme bem retrata isso quando o personagem de Alan Arkin procura apoio para a produção do filme falso)!
Eu só sei que a minha cara metade adormeceu a ver o filme e eu, ontem à noite, antes da cerimónia, já nem me lembrava que estava nomeado para a estatueta. E um filme que não deixa memória não me parece ser o tal!
Eu só sei que a minha cara metade adormeceu a ver o filme e eu, ontem à noite, antes da cerimónia, já nem me lembrava que estava nomeado para a estatueta. E um filme que não deixa memória não me parece ser o tal!
domingo, 24 de fevereiro de 2013
87 - Óscares
Este ano estou bem preparada e, embora ache que os filmes sejam todos de um nível muito semelhante, estou a torcer em força por filmes que, à partida, não são os favoritos: A vida de Pi e Amour. Portanto, este ano estou dividida entra a maravilha da imaginação e a dureza da realidade. O cinema de beleza visual e o cinema do real. Os extremos como aqui se fala no blogue. O último a ver foi o filme francês e ainda me está muito à flor da pele. A crueza de um envelhecimento feito de dependência e perda de capacidades é interpretada de forma magnífica pela actriz Emanuelle Riva que, para mim, merece o Óscar. Mas a ver vamos. Vamos a apostas?
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
87 - Os doodles do Google
O doodle de hoje, para além de ser bonito, faz-me lembrar como já não vejo há muito tempo um dos meus filmes favoritos: Dracula de Francis Ford Coppola. Podem dizer que é meio grotesco, mas para mim é das maiores histórias de amor de todos os tempos. Lindo!
quinta-feira, 1 de março de 2012
87 - Sobre os Óscares
Dos Óscares já todos falaram, já lá foi! Por isso não vou fazer um tratado, apenas expressar o meu sentimento de pura injustiça quanto ao Prémio para Melhor Realizador. Acho que o filme O Artista é fabuloso. Mas, em termos de realização, fiquei apaixonada pelo trabalho de Terrence Malick em The Tree of life. Lindo! Chamem-me inculta, parva, o que quiserem, mas não conhecia a obra deste realizador. É assim a vida, nem todos somos geniais e intelectualóides! Mas, estou a caminho, pois gostarei de saber mais sobre este realizador. E, desde o princípio, que o filme me cativou: fora a história, toda a filosofia que está por detrás, as interpretações, está acima de tudo a genialidade de captar aquelas imagens, pegar em sentimentos, pensamentos e pô-los em cena. A luz, as cores, os ângulos, tudo é divinal. Chorei, sorri com a ternura, pensei (e muito!). Que mais se pede de um filme? Sei que é controverso, precisamente pela estranheza, mas se as coisas fossem todas iguais e óbvias, seria meio chato não? Bem, se a Academia não queria premiar algo tão louco, pelo menos tinham o Scorsese!
Quanto à cerimónia em si, foi boa (como sempre é), sem grandes surpresas (como todos já sabem), discursos pouco marcantes e glamour do costume sem grandes destaques (jogou-se muito pelo seguro, sem grandes "uaus"; ainda assim gostei da Kristen Wigg e da Emma Stone; só não compreendo os destaques ao vestido da Gwyneth Paltrow, aquela capa branca tipo manta por cima das costas, não sei não...).
Quanto à cerimónia em si, foi boa (como sempre é), sem grandes surpresas (como todos já sabem), discursos pouco marcantes e glamour do costume sem grandes destaques (jogou-se muito pelo seguro, sem grandes "uaus"; ainda assim gostei da Kristen Wigg e da Emma Stone; só não compreendo os destaques ao vestido da Gwyneth Paltrow, aquela capa branca tipo manta por cima das costas, não sei não...).
domingo, 26 de fevereiro de 2012
87? Talvez, ainda estou a ver, mas vai no bom caminho
Mr. O'Brien: «You can't say: "I can´t". You say: "I'm having trouble, I'm not done yet".»
The Tree of Life
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
8 - Deixar para a última não dá!
Contagem decrescente para os Óscares e ainda com tanto filme para ver! Avizinha-se uma maratona de filmes para este fim-de-semana. Vou cair "p'ró" lado!
domingo, 19 de fevereiro de 2012
87 - Mais notícias destas, se faz favor!
Temos que perder esta mania que não somos tão bons como os outros. Prova disso é a distinção feita ao cinema português com os prémios atribuídos a Miguel Gomes e João Salaviza! Quero ver! Alguém sabe onde?
87 - Sobre os Óscares
Com As Serviçais e A Invenção de Hugo já vi mais de metade dos filmes que estão nomeados para os Óscares na categoria de Melhor Filme. Yeah!
E estes últimos são fantásticos. Até agora os meus preferidos. As Serviçais revela-nos a História recente da segregação e discriminação racial nos Estados do Sul dos EUA, através de empregadas, quase escravas, que tinham que suportar todo o tipo de humilhações. Já por si é um tema forte, que todos deveriam ver para que nunca seja esquecido. Depois, as interpretações estão fabulosas: o olhar marcante e triste na personagem Aibileen é revelador, a Celia Foote é uma lufada de ar fresco no meio de tanto perfeição falsa e tacanha e Hilly Holbrook é uma construção muito marcante de Bryce Dallas Howard.
Sobre A Invenção de Hugo o que dizer? É um filme sobre a magia do cinema, sobre a magia das histórias, sobre a magia da vida! É, tal como dizia em relação ao O Artista, um documentário sobre a História do Cinema. Aqui não houve desempenhos que me fascinassem, não houve personagens a destacar, há sim, frases marcantes, diálogos bonitos, imagens que nos fazem sonhar, que nos transportam para a tela e nos fazem esquecer tudo o resto.
Mas como escolher entre a brutal realidade e a magia do sonho? Como escolher entre o filme que nos faz pensar profundamente e o filme que nos faz sonhar profundamente? Qual destes merece o prémio? Porque, analisando os outros filmes, vais ser essa a grande batalha este ano. Para mim será renhida (está difícil escolher!), agora esperemos pela voz dos doutos senhores da Academia.
Passagens que não esquecerei:
[Aibileen]: "You is kind. You is smart. You is important."
[Minny]: "Eat my shit."
[Hilly]: "Excuse me!?"
[Minny]: "I said eat...my...shit."
[Hilly]: "Have you lost your mind?"
[Minny]: "No, ma'am but you is about to. 'Cause you just did"
[Missus Walters]: "Run, Minny, run!!!"
Passagens que não esquecerei:
[Hugo]: "I'd imagine the whole world was one big machine. Machines never come with any extra parts, you know. They always come with the exact amount they need. So I figured, if the entire world was one big machine, I couldn't be an extra part. I had to be here for some reason."
[George Méliès]: " If you've ever wondered where your dreams come from, you look around... this is where they're made."
E estes últimos são fantásticos. Até agora os meus preferidos. As Serviçais revela-nos a História recente da segregação e discriminação racial nos Estados do Sul dos EUA, através de empregadas, quase escravas, que tinham que suportar todo o tipo de humilhações. Já por si é um tema forte, que todos deveriam ver para que nunca seja esquecido. Depois, as interpretações estão fabulosas: o olhar marcante e triste na personagem Aibileen é revelador, a Celia Foote é uma lufada de ar fresco no meio de tanto perfeição falsa e tacanha e Hilly Holbrook é uma construção muito marcante de Bryce Dallas Howard.
Sobre A Invenção de Hugo o que dizer? É um filme sobre a magia do cinema, sobre a magia das histórias, sobre a magia da vida! É, tal como dizia em relação ao O Artista, um documentário sobre a História do Cinema. Aqui não houve desempenhos que me fascinassem, não houve personagens a destacar, há sim, frases marcantes, diálogos bonitos, imagens que nos fazem sonhar, que nos transportam para a tela e nos fazem esquecer tudo o resto.
Mas como escolher entre a brutal realidade e a magia do sonho? Como escolher entre o filme que nos faz pensar profundamente e o filme que nos faz sonhar profundamente? Qual destes merece o prémio? Porque, analisando os outros filmes, vais ser essa a grande batalha este ano. Para mim será renhida (está difícil escolher!), agora esperemos pela voz dos doutos senhores da Academia.
[Aibileen]: "You is kind. You is smart. You is important."
[Minny]: "Eat my shit."
[Hilly]: "Excuse me!?"
[Minny]: "I said eat...my...shit."
[Hilly]: "Have you lost your mind?"
[Minny]: "No, ma'am but you is about to. 'Cause you just did"
[Missus Walters]: "Run, Minny, run!!!"
[Hugo]: "I'd imagine the whole world was one big machine. Machines never come with any extra parts, you know. They always come with the exact amount they need. So I figured, if the entire world was one big machine, I couldn't be an extra part. I had to be here for some reason."
[George Méliès]: " If you've ever wondered where your dreams come from, you look around... this is where they're made."
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
87 - Sobre os Óscares
Mais um filme nomeado para os Óscares já cá canta: vi ontem O Artista. Primeiro estranhei: sem som, só com a música de fundo, admito que já estava a pensar que a coisa não ia correr bem. Tive a noção como os comportamentos, os hábitos, as vivências das pessoas mudam radicalmente com as várias épocas. Com o aparecimento do cinema, só o facto de ver pessoas a mexer num ecrã, devia ser algo misterioso e estranho, mas realmente maravilhoso. Hoje, somos sôfregos, hoje, queremos mais, queremos tudo, muita acção, muita pressa, pouco tempo, muito stress. E os filmes acompanham esta época frenética: efeitos especiais, 3D a saltar-nos em cima, diálogos rápidos. Não é que não goste dos filmes do género (desde que tenham qualidade, aceito tudo!), mas quando surge algo como O Artista é como digo, estranha-se. Mas depois, entranha-se. Pelo menos em mim entranhou. Adorei!
O Artista é um elogio ao cinema. Uma verdadeira homenagem a todos os artistas que nos fazem rir, chorar, pensar, desde o início desta Arte, com os seus momentos de glória e declínio. Ao mesmo tempo um documento histórico que nos mostra fases importantes e marcantes da 7ª Arte. É, pois, uma história de amor, não só a que é retratada no filme, mas também o amor pela magia, pelo sonho, pelo escape da tela. E, como precisamos disso, actualmente...
O Artista é um elogio ao cinema. Uma verdadeira homenagem a todos os artistas que nos fazem rir, chorar, pensar, desde o início desta Arte, com os seus momentos de glória e declínio. Ao mesmo tempo um documento histórico que nos mostra fases importantes e marcantes da 7ª Arte. É, pois, uma história de amor, não só a que é retratada no filme, mas também o amor pela magia, pelo sonho, pelo escape da tela. E, como precisamos disso, actualmente...
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