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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

87 - Gente com asas

A melhor tarte de amêndoa do mundo já anda pelas bocas de Lisboa (e não só) desde 2011? Andei adormecida e perdi este belo sonho? Eu ainda não provei, mas claro que a expectativa está muito acima do topo de qualquer colina da cidade: dizerem que é a melhor do mundo pode ser traiçoeiro.

Já com o melhor bolo de chocolate do mundo foi o que foi: é bom, sim senhor, e pronto. Mais nada. Será que com esta tarte posso esticar a expectativa? A ver vamos.

De qualquer forma, esta A Tarte não deixa de ser mais um projecto vencedor, feito de simplicidade e audácia, em tempos não muito simples e audazes. Parabéns a mais este grupo de gente com asas.


terça-feira, 26 de junho de 2012

87 - Tarte de maçã feita com muito amor

Isto é que é um verdadeiro 87: pedir ao amorzinho uma tarte e ele ir a correr para a cozinha (mesmo com este calor de morrer!). O resultado foi este e posso dizer que o sabor combina com a fotografia, delicioooooosa:

A sra. Bimby à espreita... sim, pois ela também ajudou!

sábado, 12 de maio de 2012

87 - Biscoitos de aveia

Mesmo entravada, não dá para ficar muito tempo quieta. Vai daí lembrei-me de uma receita que vira há bem pouco tempo no blogue Abram a boca e fechem os olhos: como não posso fazer grandes esforços, uma receita super fácil vinha mesmo a calhar. Para além disso, tinha fome! O resultado final foi fantástico: em poucos minutos (sem exagero) tinha biscoitos deliciosos para comer. E tudo apenas com flocos de aveia, açúcar, manteiga e um ovo.




sábado, 17 de março de 2012

87 - Os pequenos grandes prazeres da vida

E na simplicidade de um instante descobre-se o lado bom da vida. Procuremos a beleza das pequenas coisas.

87 - Bimby a bombar

Mais um bolinho delicioso feito nesta máquina maravilha! Até fiquei babada (literalmente!)

quinta-feira, 8 de março de 2012

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

87 - Tradição

O café estava cheio, a rebentar pelas costuras. A mesa que conseguimos estava suja, com os restos dos anteriores clientes e o funcionário demorou a aparecer. Não fosse este café a famosa casa dos Pastéis de Belém, ter-me-ia ido embora. Mas dá-se um desconto quando se quer comer um pastelinho de nata quente. 
Sei que vou levar tareia (verbal) da grossa, mas costumo dizer que não acho que os Pastéis de Belém façam uma diferença colossal (cá está a palavrita) de outros Pastéis de Nata. Já comi muitos igualmente bons. A única diferença é que os primeiros estão sempre quentes e acrescentamos canela e açúcar em pó. É esta a minha opinião e está dito! Contudo, ontem o pastelinho soube-me pela vida e detectei sim uma diferença em termos da massa, bastante estaladiça e fina. Por outro lado, os pastéis exalam tradição, sabem a História, a séculos de sabedoria e tradição. E de muito amor por um ofício. É aí que está o segredo.
Acompanhados por um chocolate quente, não há como resistir (tanto doce que ainda aí vem pelo Natal e eu faço destas...)!