Estou nas minhas sete quintas: a beleza da simplicidade!
(Eu sei, eu sei...Costuma ser "8 e 80", mas eu gosto do 7, o que é que querem!)
Apontamentos sobre os extremos: aquilo que gosto menos, mas, sobretudo, o que me maravilha! Os 8's e 87's da vida!
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domingo, 25 de novembro de 2012
87 - Surpresa
Os meus postais vão ser bem mais simples, por causa do problema de sempre: falta de tempo!!! Mas vão ficar bonitos na mesma (gaba-te cesto!)
87 - Contagem decrescente para o Natal
Ando a pensar nos postais que vou fazer para o Natal. Andei pela Internet à procura de inspiração e claro que encontrei imensa coisa linda. Só que se pensasse em fazer alguns destes postais teria que fazer uma directa (várias!!!) até ao Natal. Mas que são lindos, são! Alegram-me a alma só de olhar para eles. Um dia faço-os...
sexta-feira, 8 de junho de 2012
87 - Música boa
Isto está bonito está: viciada em música das marchas! Olha, quero lá saber, é alegre e é o que me interessa. E como gosto de partilhar coisas boas, cá vos deixo:
Lá vai Lisboa, Beatriz Costa
87 - Festas de Lisboa'12
E ainda a propósito do mês de Junho e dos Santos Populares: digam lá se a programação das Festas de Lisboa'12 não está qualquer de fenomenal! Não há desculpa para não se ir, quando se faz assim tão bem feito, há que valorizar e apoiar. As críticas de "bot'abaixo" não podem prevalecer, também há que saber elogiar, quando preciso. Ainda por cima, muito dos eventos são grátis!
87 - Santos Populares
Estamos em Junho, estamos no mês dos Santos Populares!!!!!!!! Não, não acordei hoje, mas apeteceu-me anunciar mesmo tarde, apesar de já toda a gente saber, pois este mês merece. Lia há pouco tempo no blogue d'A Pipoca mais Doce que este era o mês preferido dela e eu partilho da mesma opinião: lembra-me a época em que começava a pensar nas férias grandes quando era miúda, depois o mês em que já não tinha aulas (apesar de ter que me preparar para os exames), o cheiro dos churrascos e da sardinha assada (não gosto de comer, mas o cheiro traz boas memórias), o tempo mais quente, as frutas da época que eu tanto gosto, a alegria das festas populares. Gosto tanto! E este espírito que paira no ar tem que estar obrigatoriamente em minha casa. Chego ao exagero, vejam só, de pôr músicas das marchas a tocar em modo Repeat lá pelo lar! E os enfeites não podiam faltar. Cá deixo um cheirinho (por falar em cheirinho, o meu manjerico ainda está tão pequenito, acho que vou ter que comprar um).
terça-feira, 29 de maio de 2012
87 - Quem escreve assim não é gago
Eu sei que o 25 de Abril já lá vai, há muuuuuiiiiito! Mas li um texto muito bom que me apeteceu transcrevê-lo aqui. Porque, mais do que nunca, não nos podemos esquecer (com sinais ultimamente muito estranhos, por exemplo, a curiosidade em certos telefones...)
«É dos livros que Salazar caiu de uma cadeira e depois disso nada foi como dantes. Como seria de esperar numa "terra de escravos, cu pró ar ouvindo/ranger no nevoeiro a nau do Encoberto", a queda, embora aparatosa, foi amortecida. Tão amortecida que uma farsa se organizaria em torno do Presidente do Conselho, convencendo-se este por dois anos que continuava a mandar. Mas "Tudo É Vaidade" e a Ceifeira levá-lo-ia a 27 de julho de 1970, dia em que muitos portugueses optaram por aprimorar-se com uma gravata vermelha, ainda as gravatas não tinham sido proibidas por Assunção Cristas. O caso é que, antes de a morte do ditador se tornar oficial, na editora onde a minha mãe trabalhava se soube por portas travessas clandestinas que Salazr já não estava entre nós. Primeiro foi a descrença, natural ao fim de 36 anos, depois foi a festa. Resumindo: a contribuição dos presentes para o Produto Interno Bruto baixou nesse dia para níveis negativos. A minha mãe resolveu, então, avisar o marido da boa nova, certa que essa seria a retaliação possível pelos anos que este passara a olhar o mar "revoltado e teatral" no Forte de Peniche. Telefonou e disse: "Prepara champagne, temos de comemorar." Uma colega acrescentaria entre risos: "Acabaram as filmagens do Solar das Oliveiras". A graça acabou mal e acabaram as duas na António Maria Cardoso, no edifício da PIDE, onde, em memória das vítimas, foi entretanto erguido um condomínio de luxo. A polícia chegara depressa, e elas, identificadas pela voz, receberam ordem de prisão. Quanto a meu pai, passaria a noite à espera da mulher na rua de má memória, sem champagne e não sei se de gravata vermelha. E é também por isto que gosto muito do 25 de abril.»
Nem mais!
«É dos livros que Salazar caiu de uma cadeira e depois disso nada foi como dantes. Como seria de esperar numa "terra de escravos, cu pró ar ouvindo/ranger no nevoeiro a nau do Encoberto", a queda, embora aparatosa, foi amortecida. Tão amortecida que uma farsa se organizaria em torno do Presidente do Conselho, convencendo-se este por dois anos que continuava a mandar. Mas "Tudo É Vaidade" e a Ceifeira levá-lo-ia a 27 de julho de 1970, dia em que muitos portugueses optaram por aprimorar-se com uma gravata vermelha, ainda as gravatas não tinham sido proibidas por Assunção Cristas. O caso é que, antes de a morte do ditador se tornar oficial, na editora onde a minha mãe trabalhava se soube por portas travessas clandestinas que Salazr já não estava entre nós. Primeiro foi a descrença, natural ao fim de 36 anos, depois foi a festa. Resumindo: a contribuição dos presentes para o Produto Interno Bruto baixou nesse dia para níveis negativos. A minha mãe resolveu, então, avisar o marido da boa nova, certa que essa seria a retaliação possível pelos anos que este passara a olhar o mar "revoltado e teatral" no Forte de Peniche. Telefonou e disse: "Prepara champagne, temos de comemorar." Uma colega acrescentaria entre risos: "Acabaram as filmagens do Solar das Oliveiras". A graça acabou mal e acabaram as duas na António Maria Cardoso, no edifício da PIDE, onde, em memória das vítimas, foi entretanto erguido um condomínio de luxo. A polícia chegara depressa, e elas, identificadas pela voz, receberam ordem de prisão. Quanto a meu pai, passaria a noite à espera da mulher na rua de má memória, sem champagne e não sei se de gravata vermelha. E é também por isto que gosto muito do 25 de abril.»
Crónica "Isto anda tudo ligado" de Ana Cristina Leonardo in Actual, 28/04/2012
Nem mais!
87 - Prenda do Dia da Mãe (!!!)
Pelo atraso, devia levar um 8! Mas como estes últimos tempos têm sido atribulados, só na semana passada fiz a prenda. E como diz o ditado, "mais vale tarde que nunca"! O que interessa é que a Sra. Minha Mãe gostou muito (embora primeiro não tenha percebido o desenho, pensou que era um pintura abstracta... deve ser indicador da qualidade da pintura...).
(Eu bem tentei que a fotografia ficasse em posição decente, mas não sei o que se passa com o Blogger!)
(Eu bem tentei que a fotografia ficasse em posição decente, mas não sei o que se passa com o Blogger!)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
87 - Dia Mundial do Beijo
Eu sei, eu sei... Há dias mundiais para tudo, até ao exagero, mas este dia mundial do beijo foi mesmo a valer: recebi tantos, mas tantos beijos e de muitas pessoas e tão carinhosos e tão sinceros e tão bons!!!!! Até os meus bichinhos não se esqueceram.
(Bem já estava aqui a pensar mal do meu "amori" e ia escrever que só tinha faltado ele, mas afinal foi o primeiro às 24h30, ainda eu nem sabia que era o dia do beijo - também, cá em casa é todos os dias, ou quase...pois nenhuma relação é perfeita!!)
(Bem já estava aqui a pensar mal do meu "amori" e ia escrever que só tinha faltado ele, mas afinal foi o primeiro às 24h30, ainda eu nem sabia que era o dia do beijo - também, cá em casa é todos os dias, ou quase...pois nenhuma relação é perfeita!!)
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